quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Grafeno



Grafeno vai acelerar internet e fazer baterias durarem mais

UFMG é pioneira em estudos para a utilização do produto, que é mais resistente que o diamante



Um material transparente, impermeável, de grande condutividade e mais resistente do que o diamante pode revolucionar as indústrias de telecomunicações, eletrônica, entre outras, nos próximos anos. Descrito pela ciência em 2004, o grafeno tem suas propriedades pesquisadas em diversas partes do mundo, inclusive na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pioneira no país, e apresenta múltiplos e diversos potenciais, que vão desde tornar a internet até cem vezes mais rápida e criar baterias de celulares que podem ser recarregadas em 30 segundos, a filtros de água que podem tornar potável a água do mar.
 
O grafeno é um alótropo do carbono, ou seja, um tipo de material resultante da forma diferente de combinação dos átomos de carbono, assim como o carvão e o diamante. Ele foi obtido experimentalmente há nove anos pelos pesquisadores Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e, a partir daí, a comunidade científica se debruçou para descobrir as potencialidades do material.
A aplicação na indústria de eletrônicos é uma das que está mais perto de sair dos laboratórios para o mercado, na avaliação do professor do departamento de física da UFMG e pesquisador Daniel Elias. “Já existem protótipos, e há quem diga que, nas próximas gerações de celulares, as telas touch screen terão uma camada de grafeno”, afirma.
Ele fez pós-doutorado em grafeno na Universidade de Manchester e foi orientado por Geim e Novoselov, que ganharam o Nobel da Física por sua pesquisa com o material. Hoje, ele estuda as propriedades condutoras do material na UFMG. A universidade tem cerca de 30 profissionais dedicados à pesquisa do tema. “São inúmeras as utilizações em potencial”, afirma.
A indústria mantém seus projetos em sigilo, mas já existem indícios de que os eletrônicos podem mesmo ser um dos carros-chefe na utilização do grafeno, apontado como substituto do silício e chamado de “material do futuro”. A indústria mantém seus projetos em sigilo, mas já existem indícios de que os eletrônicos podem mesmo ser um dos carros-chefe na utilização do grafeno, apontado como substituto do silício e chamado de “material do futuro”. A indústria mantém seus projetos em sigilo, mas já existem indícios de que os eletrônicos podem mesmo ser um dos carros-chefe na utilização do grafeno, apontado como substituto do silício e chamado de “material do futuro”.sigilo.
Mercado
No mercado internacional, 1 g de grafeno custa entre US$ 100 e US$ 300, enquanto 1 kg de grafite vale US$ 1.No mercado internacional, 1 g de grafeno custa entre US$ 100 e US$ 300, enquanto 1 kg de grafite vale US$ 1.No mercado internacional, 1 g de grafeno custa entre US$ 100 e US$ 300, enquanto 1 kg de grafite vale US$ 1.Preço.
 
 

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